“Ninguém tem todas as respostas. Às vezes, o melhor que podemos fazer é pedir desculpas, e deixar passado no passado. Outras vezes precisamos olhar para o futuro e saber que, mesmo quando achamos que vimos de tudo, a vida ainda pode nos surpreender. E ainda podemos surpreender a nós mesmos.
Falo sozinho. E pior: falo como se tivesse alguém do meu lado. E pior ainda: as vezes respondo minhas próprias perguntas.
(Source: cafecombolacha, via sembarreira)
“Eu tô só vendo, sabendo, sentindo, escutando e não posso falar.
“Eu te amei. — Da forma mais intensa que uma pessoa pode amar a outra. Mais simplesmente esse amor acabou. Devastou tudo o que havia dentro de mim. Não existe mais você, muito menos nós. Quero mais eu. Sem você, sem nada, sem esses pensamentos mórbidos que esse “amor” está me causando. Sempre achei que o amor fosse para as pessoas “fracas” mais logo eu, tão deslocado me apaixonar por alguém? Preveni-me de várias formas, tinha algo em você que me chama atenção, que eu não sei. Chama-me atenção ainda. Mas para mim acabou. Acabou desde ao momento que você saiu pela a porta e nunca mais voltou.
Tem músicas que você escuta em inglês e canta em árabe.
(Source: i-canfixyourheart, via aquele-momento)
“— Preciso de músicas novas.
— Preciso de você.
— Preciso de você com músicas novas de fundo.
— Também preciso de brigadeiro.
— Preciso de você comendo brigadeiro comigo.
— Preciso de você comendo brigadeiro comigo e ouvindo músicas novas.
— Também preciso de…
— (interrompe) A verdade é que a gente não precisa de nada. A gente só precisa um do outro.
— Com uma música nova de fundo.
— E com brigadeiro.
— Pode colocar um filme romântico junto?
— Prefiro um terror.
— Um terror romântico?
— Um terror romântico com brigadeiro?
— E com você…
— E a música de fundo?
— A gente deixa pra outro dia.
— Mas perde a graça se não tiver trilha sonora.
— A trilha sonora a gente coloca depois.
— Tipo um filme que a gente grava tudo e depois coloca a trilha sonora?
— É.
— Vamos então?
— O que?
— Viver logo esse filme com brigadeiro.
— E depois colocar uma música nova de fundo…
— E depois assistir a ele todo de novo com brigadeiro.
— E viver assim sempre?
— Com você sim.
— Não vai cansar?
— Vai.
— E mesmo assim você repetiria tudo?
— Tudinho.
— Pra sempre?
— Pra sempre.
— Com brigadeiro e…
— E música nova de fundo.
“É só uma sensação de incômodo e desconforto. Não só físico, mas algo um tanto quanto psicológico. Não só a ausência do que fazer, mas também a ausência da vontade de fazer. São aqueles dias em que tudo o que você mais queria era deitar e ficar lá até tudo passar. Nada que a gente possa ou queira especificar. É só aquilo que a gente chama de falta. Falta de motivação, falta de razão, falta de algo que a gente possa dizer que vale a pena permanecer acordado.
Crescer parecia ser tão legal…
(Source: dosagem-certa, via durador)